- Composition (Music), Narrative Theory, Soundtrack Studies, Semiotics of Music, Computer Music, Musical signification, and 21 moreMusic and Media, Film music and film music theory, Cinema, Sound and Image, Portuguese Cinema, Film Sound, Film Music And Sound, Communication and Arts, Theatre Studies, Intersemiotic Translation, Soundtrack, Hjelmslev, Arts and Communication, Psychology, Music, Cognitive Psychology, Cognitive Neuroscience, Ciências da Comunicação, Film Analysis, Film History, and Memory (Cognitive Psychology)edit
- Helder Filipe Gonçalves, nasceu em Castelo Branco em 1976. No Conservatório desta cidade terminou o Curso Complementar de Piano. Após uma passagem pela Escola de Jazz do Ho... moreHelder Filipe Gonçalves, nasceu em Castelo Branco em 1976. No Conservatório desta cidade terminou o Curso Complementar de Piano. Após uma passagem pela Escola de Jazz do Hot Clube Portugal, completou a Licenciatura em Composição na Escola Superior de Música de Lisboa, onde trabalhou com Christopher Bochmann, António Sousa Dias e António Pinho Vargas, entre outros. Terminou uma Pós-Graduação em Tecnologias Educativas, pela Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade de Lisboa.
Concluiu seminários de doutoramento em Ciências da Comunicação na Universidade Nova de Lisboa, onde foi orientado pelo compositor Tomás Henriques numa tese relacionada com a música acusmática em contextos audiovisuais. Após transferência de Universidade concluiu o doutoramento na área do som para cinema na Universidade da Beira Interior, com a orientação do Prof. Dr. Vasco Diogo.
É docente de Laboratório de Design de Som nos cursos de Design Multimédia e de Cinema da Universidade da Beira Interior. Tem leccionado Análise e Técnicas de Composição nos Conservatórios da Covilhã, Fundão e Belmonte. Leccionou Orquestração, Formação Auditiva, Acústica e Som para Vídeo e Multimédia, na ESART (IPCB).
Nas suas composições, estreadas em locais como Lisboa, Guarda, Belmonte, Covilhã, Fundão, Castelo Branco, Montemor-o-Novo ou Nancy é fácil encontrarmos intenções programáticas, assim como a influência da música para cinema e de processos estruturantes cinematográficos. Tem realizado assiduamente bandas sonoras para peças teatrais estreadas pelo Teatro das Beiras (Covilhã). Tende a valorizar a experiência do ouvinte como meio de enriquecer os resultados sonoros, metaforicamente e/ou nas relações com as imagens e a narrativa.
http://www.labcom-ifp.ubi.pt/people/8f29e9795e43519b916cc2abc72ecc2cedit
Resumo: O realizador Sandro Aguilar propõe uma "experiência perceptiva disfuncional" com cada um dos seus filmes. A natureza "musical" que este realizador encontra no seu modo de montar imagem, mas principalmente no modo de sentir os sons... more
Resumo: O realizador Sandro Aguilar propõe uma "experiência perceptiva disfuncional" com cada um dos seus filmes. A natureza "musical" que este realizador encontra no seu modo de montar imagem, mas principalmente no modo de sentir os sons ou as texturas que ele própria cria, é audível num diferente tipo de banda sonora, que desafia os modos como habitualmente escutamos o cinema.
978-989-654-411-9 (pdf)
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Research Interests:
Por vezes um ouvinte concebe uma narrativa, que “escuta” graças a aspectos rítmicos, melódicos, harmónicos e formais que uma música contém. Algumas vezes distancia-se da perspectiva oposta, do compositor que eventualmente deseja que a... more
Por vezes um ouvinte concebe uma narrativa, que “escuta” graças a aspectos rítmicos, melódicos, harmónicos e formais que uma música contém. Algumas vezes distancia-se da perspectiva oposta, do compositor que eventualmente deseja que a escuta se “reduza” ao usufruto do som pelo som, das relações intrínsecas na música, sem extravasar para outros contextos. O que é certo é que já pelo menos desde a Antiga Grécia, a questão da influência, da capacidade da música mexer com as pessoas será para muitos um dado adquirido. O carácter inefável da Música pode encontrar na nossa disposição momentânea – ou simplesmente na nossa natureza humana – um aliado para a empatia, para a objectivação narrativa que muito tem intrigado musicólogos e, também, especialistas de outras áreas; isto para além de potenciar capacidades criativas em compositores ou outros artistas sonoros.
Research Interests:
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The three films commented on this paper were directed by Gus Van Sant and are known as “Death Trilogy”. They share the “semantic essence” of the American youth/adolescence, as well as some peculiar features sound wise. These go from the... more
The three films commented on this paper were directed by Gus Van Sant and are
known as “Death Trilogy”. They share the “semantic essence” of the American
youth/adolescence, as well as some peculiar features sound wise. These go from
the total absence of original music to the somehow bizarre characteristic of
presenting complete musical oeuvres. With great poetic invention the director
manages to use music as dissimilar as Beethoven’s “Moonlight Sonata”,
revolutionary music from the sixties, “musique concrète”, electronic music and
“soundscapes”. By doing so he confirms something that has became one of
Cinema’s vocation: that of accepting music, all music, without establishing a
hierarchy between the sublime and the ordinary.
From this wealth of sound environments the role of music will be shown to be the
means of constructing the movie, pointing out cognitive objectives when
associating sound and image. Music analysis tools such as the “Unitées
Sémiotiques Temporelles” (UST, Semiotic Temporal Units) and the “musical
modalities” will serve to find the signification elements within the enlarged context
of “soundtrack”. Through these tools it is intended to decipher the specific ways
one associates the music to specific locations/spaces of what we see (or not) in
the screen. The discovery of the: mythical, inner (soul, thoughts), outer (situation,
place), transcendental and surface “Spaces”, will therefore be set forth.
known as “Death Trilogy”. They share the “semantic essence” of the American
youth/adolescence, as well as some peculiar features sound wise. These go from
the total absence of original music to the somehow bizarre characteristic of
presenting complete musical oeuvres. With great poetic invention the director
manages to use music as dissimilar as Beethoven’s “Moonlight Sonata”,
revolutionary music from the sixties, “musique concrète”, electronic music and
“soundscapes”. By doing so he confirms something that has became one of
Cinema’s vocation: that of accepting music, all music, without establishing a
hierarchy between the sublime and the ordinary.
From this wealth of sound environments the role of music will be shown to be the
means of constructing the movie, pointing out cognitive objectives when
associating sound and image. Music analysis tools such as the “Unitées
Sémiotiques Temporelles” (UST, Semiotic Temporal Units) and the “musical
modalities” will serve to find the signification elements within the enlarged context
of “soundtrack”. Through these tools it is intended to decipher the specific ways
one associates the music to specific locations/spaces of what we see (or not) in
the screen. The discovery of the: mythical, inner (soul, thoughts), outer (situation,
place), transcendental and surface “Spaces”, will therefore be set forth.
