- Universidade de Évora, CIDEHUS, Department MemberUniversidade do Minho, Lab2PT, Department Memberadd
- Architecture, Cistercians, Medieval urban history, Monastic Architecture, Architectural History, Cistercian architecture, and 19 moreMedieval Studies, Cultural Heritage Recording, Documentation and Information Systems, Cultural Heritage, Architectural Theory, Monastic Studies, Archaeology, Medieval Church History, Cistercian Studies, Cistercian spirituality, Heritage Studies, Architectural Heritage, Medieval Art History, Medieval History, Architecture History, Cistercians In Portugal, Urban Design, Heritage Conservation, Bernard of Clairvaux, and Cîteauxedit
- Architect (Faculty of Architecture - Technical University of Lisbon, Portugal). Assistant Professor at the Department... moreArchitect (Faculty of Architecture - Technical University of Lisbon, Portugal). Assistant Professor at the Department of Civil Engineering and Architecture of the University of Beira Interior. Researcher at Lab2PT (U. Minho, Portugal) and CIDEHUS/UE (U. Évora, Portugal). Phd by the University of Seville, Spain (ETSA-US)edit
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PEREIRA, António dos Santos, MARTINS, Ana Maria Tavares e PINTO, Miguel Moreira; Shadows and Walls - Catálogo da Exposição (obra inserida nas Jornadas Europeias do Património 2012); Universidade da Beira Interior / Museu dos Lanifícios; Mafalda Sampayo (ed.); Covilhã, 2012 (ISBN 978-989-20-3291-1)more
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MARTINS, Ana Maria Tavares; Arquitectura Religiosa nas Beiras nos primórdios da Nacionalidade in "Catálogo da Exposição - Arte, Poder e Religião nos Tempos Medievais – A Identidade de Portugal em Construção”; Ed. Câmara Municipal de Viseu, Museu Grão Vasco, Departamento dos Bens Culturais da Diocese de Viseu; Viseu, 2009 (ISBN:978-972-8215-26-2)more
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MARTINS, Ana Maria Tavares; Espaço Monástico: da Cidade de Deus à Cidade do Homem in "Estudos em Homenagem ao Prof. Doutor José Amadeu Coelho Dias" – vol. 1; Dpto de Ciências e Técnicas do Património e Dpto de História; Edição da Faculdade de Letras da Universidade do Porto; Porto, 2006 (ISBN: 972-8932-17-0).more
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MARTINS, Ana Maria Tavares; Arquitecturas Cistercienses - entre la memoria y la realidad: una aproximación contemporánea del patrimonio cisterciense portugués; e_rph REVISTA ELECTRONICA DE PATRIMONIO HISTORICO, Universidad de Granada (Dpto. De Historia del Arte); nº 9, Dezembro 2011; ISSN 1988-7213more
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O II Simpósio Internacional Espaços de Cister, este ano dedicado, à Arquitectura e Música, organizado pela UBI, através do Departamento de Engenharia Civil e Arquitectura (DECA), pelo Centro de Estudo e Protecção do Património (CEPP),... more
O II Simpósio Internacional Espaços de Cister, este ano dedicado, à Arquitectura e Música, organizado pela UBI, através do Departamento de Engenharia Civil e Arquitectura (DECA), pelo Centro de Estudo e Protecção do Património (CEPP), pelo Centro Interdisciplinar de História, Culturas e Sociedades (CIDEHUS) e pelo Centro de Investigação em Território, Arquitectura e Design (CITAD-Fundação Minerva), com o apoio da Rede de Museus da Covilhã, Câmara da Covilhã, Associação Portuguesa de Cister (APOC), do Museu de Lanifícios da UBI e da revista “Cîteaux: Commentarii cistercienses” tem lugar nos dias 20 e 21 de Novembro de 2014, no Auditório 8.01 da Faculdade de Engenharia, com entrada livre.
Integrarão este simpósio estudiosos e especialistas sobre a temática cisterciense tanto em território nacional como internacional. No âmbito do II Simpósio Internacional Espaços de Cister: Arquitectura e Música, será apresentada uma exposição documental que pretende alertar a comunidade científica para o legado cultural e arquitectónico cisterciense com estudos de casos inseridos no âmbito da investigação efectuada pela UBI, enquanto entidade parceira, no Projecto FCT "ORFEUS - A reforma Tridentina e a música no silêncio claustral: o mosteiro de S. Bento de Cástris" (EXPL/EPH-PAT/2253/2013) e que estará patente na Galeria da Real Fábrica de Panos até ao dia 5 de Janeiro de 2015.
Neste evento serão abordadas várias temáticas relacionadas com a Ordem de Cister, Regra de S. Bento, S. Bernardo, Arquitectura, Música e Musicologia, História, Teologia, Acústica, Iluminação natural, Reabilitação Arquitectónica e Urbana, Património, História de Arte.
Este Simpósio pretende alertar a comunidade científica, e sobretudo os arquitectos e todos os que trabalham com o Património, para a particularidade deste bem cultural e arquitectónico que é o legado cisterciense. Desapareceram os monges mas os edifícios que habitaram mantiveram-se: uns adaptados a novos usos, outros alvos do infortúnio encontrando-se em ruína. Na actualidade o legado arquitectónico cisterciense é alvo de reabilitação segundo os moldes da contemporaneidade. Pretende-se, neste simpósio, igualmente explorar a linguagem arquitectónica e os princípios estéticos subjacentes à arquitectura cisterciense, seja a do séc. XII ou a aplicada no século XXI. Haverá campo de discussão multidisciplinar, partilha de saberes e experiencias, encontrando-se aberto o debate.
Haverá também oportunidade para a apresentação de resultados do projecto FCT (ainda em curso) intitulado "ORFEUS - A reforma Tridentina e a música no silêncio claustral: o mosteiro de S. Bento de Cástris" (EXPL/EPH-PAT/2253/2013) no qual a UBI é entidade parceira juntamente com a Universidade de Évora, a Universidade do Minho e a Universidade dos Açores.
De igual forma será lançado um projecto igualmente exploratório, resultante da parceria entre o Departamento de Engenharia Civil e Arquitectura da Universidade da Beira Interior e a Câmara Municipal da Covilhã, sobre o Mosteiro de Santa Maria da Estrela (Boidobra). Esta parceria pretende, através de métodos não invasivos, aprofundar o conhecimento e buscar respostas no que respeita a este Mosteiro cisterciense localizado na Covilhã e com o qual tantos laços teve a região.
A Ordem de Cister foi fundada em 1098 por Roberto de Molesme e introduzida em Portugal no séc. XII. Os seus mosteiros estiveram desde o início associados ao desenvolvimento de Portugal e prosperaram de acordo com o crescimento do País sendo reflexo e expressão da época em que se inseriam. Com a extinção das Ordens, por decreto em 1834, os Cistercienses abandonaram Portugal.
O Mosteiro que existia na Covilhã (Boidobra) fundado no séc. XIII foi suprimido ainda no séc. XVI e foram precisos cinco séculos para que voltasse à Serra da Estrela o espírito Cisterciense neste simpósio bi-anual que agora apresenta a sua 2ª edição dois anos volvidos sobre o I Simpósio Internacional Espaços de Cister: Arquitectura e Memória que ocorreu na Faculdade de Engenharia, durante os dias 8 e 9 de Março de 2012.
P’ Organização
Ana Maria Tavares Martins
Integrarão este simpósio estudiosos e especialistas sobre a temática cisterciense tanto em território nacional como internacional. No âmbito do II Simpósio Internacional Espaços de Cister: Arquitectura e Música, será apresentada uma exposição documental que pretende alertar a comunidade científica para o legado cultural e arquitectónico cisterciense com estudos de casos inseridos no âmbito da investigação efectuada pela UBI, enquanto entidade parceira, no Projecto FCT "ORFEUS - A reforma Tridentina e a música no silêncio claustral: o mosteiro de S. Bento de Cástris" (EXPL/EPH-PAT/2253/2013) e que estará patente na Galeria da Real Fábrica de Panos até ao dia 5 de Janeiro de 2015.
Neste evento serão abordadas várias temáticas relacionadas com a Ordem de Cister, Regra de S. Bento, S. Bernardo, Arquitectura, Música e Musicologia, História, Teologia, Acústica, Iluminação natural, Reabilitação Arquitectónica e Urbana, Património, História de Arte.
Este Simpósio pretende alertar a comunidade científica, e sobretudo os arquitectos e todos os que trabalham com o Património, para a particularidade deste bem cultural e arquitectónico que é o legado cisterciense. Desapareceram os monges mas os edifícios que habitaram mantiveram-se: uns adaptados a novos usos, outros alvos do infortúnio encontrando-se em ruína. Na actualidade o legado arquitectónico cisterciense é alvo de reabilitação segundo os moldes da contemporaneidade. Pretende-se, neste simpósio, igualmente explorar a linguagem arquitectónica e os princípios estéticos subjacentes à arquitectura cisterciense, seja a do séc. XII ou a aplicada no século XXI. Haverá campo de discussão multidisciplinar, partilha de saberes e experiencias, encontrando-se aberto o debate.
Haverá também oportunidade para a apresentação de resultados do projecto FCT (ainda em curso) intitulado "ORFEUS - A reforma Tridentina e a música no silêncio claustral: o mosteiro de S. Bento de Cástris" (EXPL/EPH-PAT/2253/2013) no qual a UBI é entidade parceira juntamente com a Universidade de Évora, a Universidade do Minho e a Universidade dos Açores.
De igual forma será lançado um projecto igualmente exploratório, resultante da parceria entre o Departamento de Engenharia Civil e Arquitectura da Universidade da Beira Interior e a Câmara Municipal da Covilhã, sobre o Mosteiro de Santa Maria da Estrela (Boidobra). Esta parceria pretende, através de métodos não invasivos, aprofundar o conhecimento e buscar respostas no que respeita a este Mosteiro cisterciense localizado na Covilhã e com o qual tantos laços teve a região.
A Ordem de Cister foi fundada em 1098 por Roberto de Molesme e introduzida em Portugal no séc. XII. Os seus mosteiros estiveram desde o início associados ao desenvolvimento de Portugal e prosperaram de acordo com o crescimento do País sendo reflexo e expressão da época em que se inseriam. Com a extinção das Ordens, por decreto em 1834, os Cistercienses abandonaram Portugal.
O Mosteiro que existia na Covilhã (Boidobra) fundado no séc. XIII foi suprimido ainda no séc. XVI e foram precisos cinco séculos para que voltasse à Serra da Estrela o espírito Cisterciense neste simpósio bi-anual que agora apresenta a sua 2ª edição dois anos volvidos sobre o I Simpósio Internacional Espaços de Cister: Arquitectura e Memória que ocorreu na Faculdade de Engenharia, durante os dias 8 e 9 de Março de 2012.
P’ Organização
Ana Maria Tavares Martins
Research Interests: History, Archaeology, Music, Musicology, Art History, and 13 moreArchitecture, Cultural Heritage, Heritage Studies, Heritage Conservation, Architectural History, Cistercian architecture, Science for Conservation and Restoration of Cultural Heritage, Archeologia medievale, Cistercian Studies, Acústica de recintos, ACUSTICA, Cistercian spirituality, 和 Cistercians abbeys
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En esta comunicación se presentará los principios, fundamentos y bases del ideal cisterciense con su materialización arquitectónica, de gran simplicidad y ascetismo, tanto en su génesis en el siglo XII como ahora en el arranque del... more
En esta comunicación se presentará los principios, fundamentos y bases del ideal cisterciense con su materialización arquitectónica, de gran simplicidad y ascetismo, tanto en su génesis en el siglo XII como ahora en el arranque del nuevo milenio.
Se entiende un monasterio cisterciense como un lugar lleno de ideales y de espiritualidad, dónde se busca a Dios. El monasterio cisterciense es así un ideal que tiene una representación y materialización que, con los siglos transcurridos, sufrieron algunas transformaciones y adaptaciones.
Será el objetivo de este trabajo hacer un paralelo entre la austera arquitectura del Císter del siglo XII, del plan ad quadratum de las iglesias y de toda la influencia del aparente plan-tipo de sus monasterios, en la arquitectura de los siglos siguientes.
Se hará una conexión entre todos estos principios y la reciente rehabilitación de una antigua granja en la actual Republica Checa. El arquitecto fue el minimalista John Pawson y la granja es actualmente el Monasterio de Novy Dvur, el primer monasterio cisterciense del post-comunismo en la Republica Checa.
Hay cuestiones para las cuales se buscará respuesta, ¿Cuáles fueran los ideales arquitectónicos cistercienses y como se materializaron a lo largo de los siglos?, ¿Como se entendió, de modo arquitectónico, la espiritualidad cisterciense desde la Apología de San Bernardo hasta nuestros días?, ¿Cuáles fueron los ideales y la realidad cistercienses en su génesis del siglo XII y cual fue su legado?, ¿Y en nuestros días, como se materializan los ideales cistercienses? O sea, ¿Cómo es posible que esta espiritualidad tenga una materialización arquitectónica y que siga influenciando arquitectos contemporáneos, no solo en su obra como también instigándoles a la creación de una arquitectura llena de espiritualidad como es el caso del Monasterio de Novy Dvur? Esto es, del Císter del siglo XII hasta el minimum del siglo XXI.
Se entiende un monasterio cisterciense como un lugar lleno de ideales y de espiritualidad, dónde se busca a Dios. El monasterio cisterciense es así un ideal que tiene una representación y materialización que, con los siglos transcurridos, sufrieron algunas transformaciones y adaptaciones.
Será el objetivo de este trabajo hacer un paralelo entre la austera arquitectura del Císter del siglo XII, del plan ad quadratum de las iglesias y de toda la influencia del aparente plan-tipo de sus monasterios, en la arquitectura de los siglos siguientes.
Se hará una conexión entre todos estos principios y la reciente rehabilitación de una antigua granja en la actual Republica Checa. El arquitecto fue el minimalista John Pawson y la granja es actualmente el Monasterio de Novy Dvur, el primer monasterio cisterciense del post-comunismo en la Republica Checa.
Hay cuestiones para las cuales se buscará respuesta, ¿Cuáles fueran los ideales arquitectónicos cistercienses y como se materializaron a lo largo de los siglos?, ¿Como se entendió, de modo arquitectónico, la espiritualidad cisterciense desde la Apología de San Bernardo hasta nuestros días?, ¿Cuáles fueron los ideales y la realidad cistercienses en su génesis del siglo XII y cual fue su legado?, ¿Y en nuestros días, como se materializan los ideales cistercienses? O sea, ¿Cómo es posible que esta espiritualidad tenga una materialización arquitectónica y que siga influenciando arquitectos contemporáneos, no solo en su obra como también instigándoles a la creación de una arquitectura llena de espiritualidad como es el caso del Monasterio de Novy Dvur? Esto es, del Císter del siglo XII hasta el minimum del siglo XXI.
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A bacia hidrográfica do rio Minho é profícua em exemplares de Arquitectura Militar pois trata-se de uma zona de fronteira e, como tal, tempos houve em que se teve de salvaguardar a sua protecção e assegurar a defesa das populações. Com... more
A bacia hidrográfica do rio Minho é profícua em exemplares de Arquitectura Militar pois trata-se de uma zona de fronteira e, como tal, tempos houve em que se teve de salvaguardar a sua protecção e assegurar a defesa das populações.
Com início em 2006 o projecto CADIVAFOR foi levado a cabo pela ESG – Escola Superior Gallaecia, através do seu Centro de Investigação de Construção Rural e Ambiente - CICRA, em parceria com o Concello do Ferrol, representado pelo CIEFAL - ICOMOS (Centro Internacional de Fortificação e Apoio Logístico do ICOMOS), com sede em Ferrol, Espanha, e pelo CIS – Galícia (Tecnologia y Diseño) igualmente com sede em Ferrol, Espanha.
Pretende-se, após uma nota introdutória ao tema e ao trabalho de investigação que tem vindo a ser desenvolvido pelo CICRA/ESG, apresentar os resultados obtidos pelo projecto transfronteiriço CADIVAFOR, cujo principal objectivo foi identificar, analisar, catalogar e divulgar os diversos elementos de Arquitectura Militar, desde Praças-fortes a Fortes de terra, alguns caídos no esquecimento, e que agora se trouxeram de novo à memória não só pela sua importância tanto como património tangível mas também como património intangível.
Com início em 2006 o projecto CADIVAFOR foi levado a cabo pela ESG – Escola Superior Gallaecia, através do seu Centro de Investigação de Construção Rural e Ambiente - CICRA, em parceria com o Concello do Ferrol, representado pelo CIEFAL - ICOMOS (Centro Internacional de Fortificação e Apoio Logístico do ICOMOS), com sede em Ferrol, Espanha, e pelo CIS – Galícia (Tecnologia y Diseño) igualmente com sede em Ferrol, Espanha.
Pretende-se, após uma nota introdutória ao tema e ao trabalho de investigação que tem vindo a ser desenvolvido pelo CICRA/ESG, apresentar os resultados obtidos pelo projecto transfronteiriço CADIVAFOR, cujo principal objectivo foi identificar, analisar, catalogar e divulgar os diversos elementos de Arquitectura Militar, desde Praças-fortes a Fortes de terra, alguns caídos no esquecimento, e que agora se trouxeram de novo à memória não só pela sua importância tanto como património tangível mas também como património intangível.
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Pretende-se estabelecer uma relação entre o corpo monástico, o edifício propriamente dito, ou seja, a sua arquitectura e o corpo humano tanto a nível dos elementos que lhes dão forma, como a nível das funções que desempenham.... more
Pretende-se estabelecer uma relação entre o corpo monástico, o edifício propriamente dito, ou seja, a sua arquitectura e o corpo humano tanto a nível dos elementos que lhes dão forma, como a nível das funções que desempenham.
Ir-se-á ter em atenção o importante e vital factor da espiritualidade no espaço monástico assim como a espiritualidade / alma no próprio ser humano.
Tanto o mosteiro como o ser humano são compostos por diversas e distintas partes agregadas num todo com um fim específico que se resume e constitui, em ambos os casos, um todo completo e funcional. Porém, este todo, por vezes, entra em ruptura, apresenta disfunções e patologias. Há que buscar a sua recuperação física ou espiritual. Seja entendida como recuperação física do ser humano, o monge, ou do próprio mosteiro pois ambos não estão isentos de apresentar determinadas patologias que carecem de uma terapia. O Homem busca resposta, conforto espiritual ou mesmo ajuda para as suas maleitas, no mosteiro.
Os mosteiros, em Portugal, surgem inseridos num contexto histórico-social importante, impondo-se quase como se dos percursores da indústria de medicamentos se tratassem.
Mosteiro e Homem, duas formas orgânicas, coerentes, determinadas a atingir um mesmo propósito, ambas dotadas de um corpus e um spiritus que se interrelacionam e interagem.
Ir-se-á ter em atenção o importante e vital factor da espiritualidade no espaço monástico assim como a espiritualidade / alma no próprio ser humano.
Tanto o mosteiro como o ser humano são compostos por diversas e distintas partes agregadas num todo com um fim específico que se resume e constitui, em ambos os casos, um todo completo e funcional. Porém, este todo, por vezes, entra em ruptura, apresenta disfunções e patologias. Há que buscar a sua recuperação física ou espiritual. Seja entendida como recuperação física do ser humano, o monge, ou do próprio mosteiro pois ambos não estão isentos de apresentar determinadas patologias que carecem de uma terapia. O Homem busca resposta, conforto espiritual ou mesmo ajuda para as suas maleitas, no mosteiro.
Os mosteiros, em Portugal, surgem inseridos num contexto histórico-social importante, impondo-se quase como se dos percursores da indústria de medicamentos se tratassem.
Mosteiro e Homem, duas formas orgânicas, coerentes, determinadas a atingir um mesmo propósito, ambas dotadas de um corpus e um spiritus que se interrelacionam e interagem.
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MARTINS, Ana Tavares e CORREIA, Mariana: Arquitectura Militar em Terra no Norte de Portugal in Actas do 5º ATP – 5º Seminário “Arquitectura de Terra em Portugal”; UA – Universidade de Aveiro; ESG – Escola Superior Gallaecia; FCO – Fundação Convento de Orada; Cdt – Associação Centro da Terra; Ed. Argumentum; 2007 more
A presente investigação encontra-se inserida no projecto transfronteiriço CADIVAFOR. Pretende-se identificar, analisar e catalogar distintos elementos pouco conhecidos da Arquitectura Militar, de forma a esta poder ser reabilitada, a... more
A presente investigação encontra-se inserida no projecto transfronteiriço CADIVAFOR. Pretende-se identificar, analisar e catalogar distintos elementos pouco conhecidos da Arquitectura Militar, de forma a esta poder ser reabilitada, a nível do património tangível, assim como intangível. Deste modo, procura-se aliar um saber fazer relacionado com os aspectos construtivos, à memória da sua importância enquanto elementos arquitectónicos militares em terra, que tiveram um significativo e activo papel na configuração da linha de fronteira da Raia Minhota, durante as guerras da Restauração do séc. XVII. Assim, após uma nota introdutória ao tema desenvolvido no CICRA-ESG, será abordada a importância destes vestígios: alguns num estado de conservação surpreendente, outros destruídos pelo tempo ou, pela incúria e ignorância do Homem. O actual trabalho de investigação possibilita uma reflexão crítica e activa sobre a especificidade de um património com 350 anos, a documentar e a proteger. Permitindo assim um melhor e maior conhecimento da utilização da terra na arquitectura militar e sobretudo nestes elementos específicos que se irão abordar e que são o legado de um tempo passado, mas que se constitui como memória de um futuro partilhado.
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MARTINS, Ana Maria Tavares; El Patrimonio Monástico: Integración y desarrollo en la Ciudad Contemporánea in VII Congreso Internacional de Rehabilitación del Patrimonio Arquitectónico y Edificación (Yaiza 2004); Centro Internacional para la Conservación del Património. CICOP.ESPAÑA; Tenerife 2004.more
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Sobranceiro ao Monte Salvado, na povoação de Quintela de Orgens, concelho de Viseu (Portugal), os frades franciscanos edificaram, nos primórdios do século XV, uma casa conventual conhecida por Convento de Orgens ou por S. Francisco... more
Sobranceiro ao Monte Salvado, na povoação de Quintela de Orgens, concelho de Viseu (Portugal), os frades franciscanos edificaram, nos primórdios do século XV, uma casa conventual conhecida por Convento de Orgens ou por S. Francisco do Monte de Orgens, ligado à Província franciscana da Conceição e fundado pelo frade galego Pedro de Alemancos.
Desde o momento da fundação até à extinção o convento foi alvo de várias reabilitações arquitectónicas. Do edifício conventual, hoje, apenas restam algumas ruínas e a igreja, que após a extinção das Ordens religiosas em 1834, foi adstrita à paróquia como igreja matriz, desde 1841.
Abordar-se-á a sua arquitectura, inserida no âmbito das arquitecturas das Ordens mendicantes, como também se fará referencia ao percurso humano e artístico desde convento capuchinho do século XV até à igreja paroquial no século XXI.
De igual modo se fará menção à presença dos franciscanos naquelas paragens que criou uma profunda relação de comunidade entre as gentes de Orgens e a cidade de Viseu (Portugal) ao ponto de muitos nobres e aristocratas terem contribuído de forma significativa para a subsistência do convento e ali terem sido sepultados. Também é de destacar o facto deste convento ter sido dos primeiros a possuir um relógio mecânico com rodas de ferro, obra do franciscano frei João da Comenda, natural de S. Pedro do Sul.
Finalmente abordar-se-á a interligação entre a comunidade franciscana de Orgens e as autoridades civis e eclesiásticas de Viseu que levou à criação de novos espaços conventuais naquela cidade, desde a primeira metade do século XVII.
Desde o momento da fundação até à extinção o convento foi alvo de várias reabilitações arquitectónicas. Do edifício conventual, hoje, apenas restam algumas ruínas e a igreja, que após a extinção das Ordens religiosas em 1834, foi adstrita à paróquia como igreja matriz, desde 1841.
Abordar-se-á a sua arquitectura, inserida no âmbito das arquitecturas das Ordens mendicantes, como também se fará referencia ao percurso humano e artístico desde convento capuchinho do século XV até à igreja paroquial no século XXI.
De igual modo se fará menção à presença dos franciscanos naquelas paragens que criou uma profunda relação de comunidade entre as gentes de Orgens e a cidade de Viseu (Portugal) ao ponto de muitos nobres e aristocratas terem contribuído de forma significativa para a subsistência do convento e ali terem sido sepultados. Também é de destacar o facto deste convento ter sido dos primeiros a possuir um relógio mecânico com rodas de ferro, obra do franciscano frei João da Comenda, natural de S. Pedro do Sul.
Finalmente abordar-se-á a interligação entre a comunidade franciscana de Orgens e as autoridades civis e eclesiásticas de Viseu que levou à criação de novos espaços conventuais naquela cidade, desde a primeira metade do século XVII.
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We can say that the processes of segregation and the division of society into units are common practices not only in the political, social or cultural domains but also in urban design. From the beginning of the 19th Century the... more
We can say that the processes of segregation and the division of society into units are common practices not only in the political, social or cultural domains but also in urban design. From the beginning of the 19th Century the functional qualification of city centre was characterized by the enforcing of tertiary activities such as commerce and services, by the increase of residential areas for the bourgeoisie and by the re-design of the streets. The urban transition process to centre-periphery model, characteristic of modern cities occurred in the context of a bourgeoisie in full social ascent, whose project for society included a project for the city: the regular streets in the city centre and the irregular streets in the periphery. The actual process of studying and understanding the working of a naturally-designed law opens up a world of new ideas. One of these ideas is that in a sketch we can see several drawing elements, such as “point”, “line” and “plan”. The point is the first step, but the line is the principal factor in understanding the meaning. When we look at a sketch, we can discover the meaning of a design. If we are looking at the plan of a city, we can see that the principal lines are the most important streets, and around those lines, normally, a high level of urban segregation exists with architectural complexity that characterises the less important part of the city. It means that in the plan of a city, the more important streets are better represented than the other lines around those areas. We can say that 19th Century urban fabric has remained relevant to the mutation of the contemporary city. The streets, independently of their morphology, are the real support of our dislocations and movements, giving us access to free and built areas. As time goes by the streets acquired, an important part in neighbourhood relationships and as enlargements of the habitation. This is the street, once a means to achieving special segregation, may well later on be an important agent in bringing together populations and neighbourhoods.
The history of the city shows us that very often urban transformations are done in order to achieve the desired political, social or cultural division between the city inhabitants. This is achieved by spatial segregation using urban design. As a result of this practice different urban morphologies are used to identify different parts of the city as we would like to show in this paper.
The history of the city shows us that very often urban transformations are done in order to achieve the desired political, social or cultural division between the city inhabitants. This is achieved by spatial segregation using urban design. As a result of this practice different urban morphologies are used to identify different parts of the city as we would like to show in this paper.
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The planning framework for Portugal is spread over a number of legal documents emphasising the procedural aspects of plan preparation, plan implementation and development control of the city. The planning legislation consists of the... more
The planning framework for Portugal is spread over a number of legal documents emphasising the
procedural aspects of plan preparation, plan implementation and development control of the city. The planning legislation consists of the different decrees laws that define each type of plan and comprises central, regional and local administrative levels. Because there is a large gap between the plan contents and the city development, the purpose of this article is to analyze certain criteria of the plans implementation in the context of contemporary city challenges such as: - There are around 3.6 million families registered in Portugal which is much less than the number of dwellings. If it is true that some families have more than one dwelling, it is also true that there are many empty dwellings. In 2005, 110.000 houses remained unsold, found mainly in consolidated city and one of the first step in a building becoming degraded is to be unoccupied. How could the plans be prepared for consolidated city where there are fewer and fewer residents, owing to families preferring to live in the new and suburban districts? - Considering that all the construction forecasted for the next 10 years in the 308 Municipal Director Plans (one for each local administrative level) is enough for 30 million inhabitants, when the resident population is 10 million, could be concluded that the city take-up enormous building areas, much more than is needed. - The planning law talks of two types of zoning – urban (the city) and rural (out of city) areas. Is this idea of division between the urban and rural, between the city and the non-city adequate when all population is now urbanized living in the city limits or out of them? - Given that the dwellings and urbanized plots came essentially from private initiative with no plans, which kind of expectations can be expected for improving the efficiency of plans contents in the process of urban renewal?
procedural aspects of plan preparation, plan implementation and development control of the city. The planning legislation consists of the different decrees laws that define each type of plan and comprises central, regional and local administrative levels. Because there is a large gap between the plan contents and the city development, the purpose of this article is to analyze certain criteria of the plans implementation in the context of contemporary city challenges such as: - There are around 3.6 million families registered in Portugal which is much less than the number of dwellings. If it is true that some families have more than one dwelling, it is also true that there are many empty dwellings. In 2005, 110.000 houses remained unsold, found mainly in consolidated city and one of the first step in a building becoming degraded is to be unoccupied. How could the plans be prepared for consolidated city where there are fewer and fewer residents, owing to families preferring to live in the new and suburban districts? - Considering that all the construction forecasted for the next 10 years in the 308 Municipal Director Plans (one for each local administrative level) is enough for 30 million inhabitants, when the resident population is 10 million, could be concluded that the city take-up enormous building areas, much more than is needed. - The planning law talks of two types of zoning – urban (the city) and rural (out of city) areas. Is this idea of division between the urban and rural, between the city and the non-city adequate when all population is now urbanized living in the city limits or out of them? - Given that the dwellings and urbanized plots came essentially from private initiative with no plans, which kind of expectations can be expected for improving the efficiency of plans contents in the process of urban renewal?
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CISTERCIAN ARCHITECTURES IN PORTUGAL: Insertion in the territory and the actuality of its rehabilitations (presented at THE 2004 CISTERCIAN STUDIES CONFERENCE in conjunction with the 39 th Annual International Congress on Medieval Studies / Western Michigan University 6-9 May 2004 / Kalamazoo, Michigan, USA more
This paper aims to formulate a question, in which is equationed the way a cistercian monastery can be understood as a territorial organism which is inserted in a territory in the way that it adapts the territory, modelling and altering... more
This paper aims to formulate a question, in which is equationed the way a cistercian monastery can be understood as a territorial organism which is inserted in a territory in the way that it adapts the territory, modelling and altering it according to its needs but also as an urban organism in the way in that can be understood as having urban characteristics or even as making integral part of urban reality contributing to its development.
This approach will be based on the cistercian legacy in Portugal through a systematic analysis of the cistercian existences, its appropriation and insertion in the territory. So that this contextualization to be possible, it’s necessary to proceed to the identification of the territorial keywords, which provided the existence of these architectures in Portugal, as well as its integration, its transformation and its permanence in the territory. Besides the geographical and topographical approach it will be also necessary historical, architectonic and urban approaches providing a typology scheme for the chosen sites. In fact, this system should be faced not only as the group of these architectures, but also its rehabilitations, reutilizations and alteration of meanings. The relationship between cistercian architecture and actuality is deeply linked to the subject of how to rehabilitate, which are the actions and the strategies to be used as well which are the methods instruments applied (ex. the importance of Alcobaça’s Charter, June 1998).
How can an ideal of monastic space, based in a specific plan be translated into a material reality? And how does it converge in an appropriation of the ideal space that changes and some times originates cities? How the monastic heritage does interact with the contemporary urban or rural territory? That is, from the planned to the spontaneous, from the regular to the irregular, from the ideal to the reality.
This approach will be based on the cistercian legacy in Portugal through a systematic analysis of the cistercian existences, its appropriation and insertion in the territory. So that this contextualization to be possible, it’s necessary to proceed to the identification of the territorial keywords, which provided the existence of these architectures in Portugal, as well as its integration, its transformation and its permanence in the territory. Besides the geographical and topographical approach it will be also necessary historical, architectonic and urban approaches providing a typology scheme for the chosen sites. In fact, this system should be faced not only as the group of these architectures, but also its rehabilitations, reutilizations and alteration of meanings. The relationship between cistercian architecture and actuality is deeply linked to the subject of how to rehabilitate, which are the actions and the strategies to be used as well which are the methods instruments applied (ex. the importance of Alcobaça’s Charter, June 1998).
How can an ideal of monastic space, based in a specific plan be translated into a material reality? And how does it converge in an appropriation of the ideal space that changes and some times originates cities? How the monastic heritage does interact with the contemporary urban or rural territory? That is, from the planned to the spontaneous, from the regular to the irregular, from the ideal to the reality.
Research Interests:
A partir de meados do século XIX ficaram claras as transformações urbanísticas que visavam definir o primeiro centro urbano da cidade do Funchal. Ao contrário das cidades da época estas mudanças não foram conduzidas pela indústria,... more
A partir de meados do século XIX ficaram claras as transformações urbanísticas que visavam definir o primeiro centro urbano da cidade do Funchal. Ao contrário das cidades da época estas mudanças não foram conduzidas pela indústria, inexistente, mas pelo desenvolvimento turístico que sustentou a modernização da cidade, reformulando a morfologia urbana. Este artigo aborda a qualificação do espaço histórico do Funchal com os requisitos de centralidade (regularidade, salubridade e embelezamento), sancionados em 1915 pelo Plano Ventura Terra, o primeiro da cidade.
Research Interests:
ABSTRACT The subject of this article is the case study of an old industrial area in decline in the city of Covilhã. It was losing its raison d'être (functional, social and spatial) and was becoming urban space, void of meaning... more
ABSTRACT The subject of this article is the case study of an old industrial area in decline in the city of Covilhã. It was losing its raison d'être (functional, social and spatial) and was becoming urban space, void of meaning in the urban landscape and in the human sense. The city ...
O II Simpósio Internacional Espaços de Cister, este ano dedicado, à Arquitectura e Música, organizado pela UBI, através do Departamento de Engenharia Civil e Arquitectura (DECA), pelo Centro de Estudo e Protecção do Património (CEPP),... more
O II Simpósio Internacional Espaços de Cister, este ano dedicado, à Arquitectura e Música, organizado pela UBI, através do Departamento de Engenharia Civil e Arquitectura (DECA), pelo Centro de Estudo e Protecção do Património (CEPP), pelo Centro Interdisciplinar de História, Culturas e Sociedades (CIDEHUS) e pelo Centro de Investigação em Território, Arquitectura e Design (CITAD-Fundação Minerva), com o apoio da Rede de Museus da Covilhã, Câmara da Covilhã, Associação Portuguesa de Cister (APOC), do Museu de Lanifícios da UBI e da revista “Cîteaux: Commentarii cistercienses” tem lugar nos dias 20 e 21 de Novembro de 2014, no Auditório 8.01 da Faculdade de Engenharia, com entrada livre.
Integrarão este simpósio estudiosos e especialistas sobre a temática cisterciense tanto em território nacional como internacional. No âmbito do II Simpósio Internacional Espaços de Cister: Arquitectura e Música, será apresentada uma exposição documental que pretende alertar a comunidade científica para o legado cultural e arquitectónico cisterciense com estudos de casos inseridos no âmbito da investigação efectuada pela UBI, enquanto entidade parceira, no Projecto FCT "ORFEUS - A reforma Tridentina e a música no silêncio claustral: o mosteiro de S. Bento de Cástris" (EXPL/EPH-PAT/2253/2013) e que estará patente na Galeria da Real Fábrica de Panos até ao dia 5 de Janeiro de 2015.
Neste evento serão abordadas várias temáticas relacionadas com a Ordem de Cister, Regra de S. Bento, S. Bernardo, Arquitectura, Música e Musicologia, História, Teologia, Acústica, Iluminação natural, Reabilitação Arquitectónica e Urbana, Património, História de Arte.
Este Simpósio pretende alertar a comunidade científica, e sobretudo os arquitectos e todos os que trabalham com o Património, para a particularidade deste bem cultural e arquitectónico que é o legado cisterciense. Desapareceram os monges mas os edifícios que habitaram mantiveram-se: uns adaptados a novos usos, outros alvos do infortúnio encontrando-se em ruína. Na actualidade o legado arquitectónico cisterciense é alvo de reabilitação segundo os moldes da contemporaneidade. Pretende-se, neste simpósio, igualmente explorar a linguagem arquitectónica e os princípios estéticos subjacentes à arquitectura cisterciense, seja a do séc. XII ou a aplicada no século XXI. Haverá campo de discussão multidisciplinar, partilha de saberes e experiencias, encontrando-se aberto o debate.
Haverá também oportunidade para a apresentação de resultados do projecto FCT (ainda em curso) intitulado "ORFEUS - A reforma Tridentina e a música no silêncio claustral: o mosteiro de S. Bento de Cástris" (EXPL/EPH-PAT/2253/2013) no qual a UBI é entidade parceira juntamente com a Universidade de Évora, a Universidade do Minho e a Universidade dos Açores.
De igual forma será lançado um projecto igualmente exploratório, resultante da parceria entre o Departamento de Engenharia Civil e Arquitectura da Universidade da Beira Interior e a Câmara Municipal da Covilhã, sobre o Mosteiro de Santa Maria da Estrela (Boidobra). Esta parceria pretende, através de métodos não invasivos, aprofundar o conhecimento e buscar respostas no que respeita a este Mosteiro cisterciense localizado na Covilhã e com o qual tantos laços teve a região.
A Ordem de Cister foi fundada em 1098 por Roberto de Molesme e introduzida em Portugal no séc. XII. Os seus mosteiros estiveram desde o início associados ao desenvolvimento de Portugal e prosperaram de acordo com o crescimento do País sendo reflexo e expressão da época em que se inseriam. Com a extinção das Ordens, por decreto em 1834, os Cistercienses abandonaram Portugal.
O Mosteiro que existia na Covilhã (Boidobra) fundado no séc. XIII foi suprimido ainda no séc. XVI e foram precisos cinco séculos para que voltasse à Serra da Estrela o espírito Cisterciense neste simpósio bi-anual que agora apresenta a sua 2ª edição dois anos volvidos sobre o I Simpósio Internacional Espaços de Cister: Arquitectura e Memória que ocorreu na Faculdade de Engenharia, durante os dias 8 e 9 de Março de 2012.
P’ Organização
Ana Maria Tavares Martins
Integrarão este simpósio estudiosos e especialistas sobre a temática cisterciense tanto em território nacional como internacional. No âmbito do II Simpósio Internacional Espaços de Cister: Arquitectura e Música, será apresentada uma exposição documental que pretende alertar a comunidade científica para o legado cultural e arquitectónico cisterciense com estudos de casos inseridos no âmbito da investigação efectuada pela UBI, enquanto entidade parceira, no Projecto FCT "ORFEUS - A reforma Tridentina e a música no silêncio claustral: o mosteiro de S. Bento de Cástris" (EXPL/EPH-PAT/2253/2013) e que estará patente na Galeria da Real Fábrica de Panos até ao dia 5 de Janeiro de 2015.
Neste evento serão abordadas várias temáticas relacionadas com a Ordem de Cister, Regra de S. Bento, S. Bernardo, Arquitectura, Música e Musicologia, História, Teologia, Acústica, Iluminação natural, Reabilitação Arquitectónica e Urbana, Património, História de Arte.
Este Simpósio pretende alertar a comunidade científica, e sobretudo os arquitectos e todos os que trabalham com o Património, para a particularidade deste bem cultural e arquitectónico que é o legado cisterciense. Desapareceram os monges mas os edifícios que habitaram mantiveram-se: uns adaptados a novos usos, outros alvos do infortúnio encontrando-se em ruína. Na actualidade o legado arquitectónico cisterciense é alvo de reabilitação segundo os moldes da contemporaneidade. Pretende-se, neste simpósio, igualmente explorar a linguagem arquitectónica e os princípios estéticos subjacentes à arquitectura cisterciense, seja a do séc. XII ou a aplicada no século XXI. Haverá campo de discussão multidisciplinar, partilha de saberes e experiencias, encontrando-se aberto o debate.
Haverá também oportunidade para a apresentação de resultados do projecto FCT (ainda em curso) intitulado "ORFEUS - A reforma Tridentina e a música no silêncio claustral: o mosteiro de S. Bento de Cástris" (EXPL/EPH-PAT/2253/2013) no qual a UBI é entidade parceira juntamente com a Universidade de Évora, a Universidade do Minho e a Universidade dos Açores.
De igual forma será lançado um projecto igualmente exploratório, resultante da parceria entre o Departamento de Engenharia Civil e Arquitectura da Universidade da Beira Interior e a Câmara Municipal da Covilhã, sobre o Mosteiro de Santa Maria da Estrela (Boidobra). Esta parceria pretende, através de métodos não invasivos, aprofundar o conhecimento e buscar respostas no que respeita a este Mosteiro cisterciense localizado na Covilhã e com o qual tantos laços teve a região.
A Ordem de Cister foi fundada em 1098 por Roberto de Molesme e introduzida em Portugal no séc. XII. Os seus mosteiros estiveram desde o início associados ao desenvolvimento de Portugal e prosperaram de acordo com o crescimento do País sendo reflexo e expressão da época em que se inseriam. Com a extinção das Ordens, por decreto em 1834, os Cistercienses abandonaram Portugal.
O Mosteiro que existia na Covilhã (Boidobra) fundado no séc. XIII foi suprimido ainda no séc. XVI e foram precisos cinco séculos para que voltasse à Serra da Estrela o espírito Cisterciense neste simpósio bi-anual que agora apresenta a sua 2ª edição dois anos volvidos sobre o I Simpósio Internacional Espaços de Cister: Arquitectura e Memória que ocorreu na Faculdade de Engenharia, durante os dias 8 e 9 de Março de 2012.
P’ Organização
Ana Maria Tavares Martins
Research Interests: Architecture, Cultural Heritage, Cultural Heritage Conservation, Heritage Conservation, Architectural History, and 21 moreCistercian architecture, Cistercians, Archeologia, Arqueología, Arquitectura, Arqueología De La Arquitectura, Archeologia medievale, Cistercian Studies, Archeologie, Teoria História e Crítica da Arquitetura e do Urbanismo, Reabilitação Urbana, Arquitectura y urbanismo, Historia y Teoria del Arte y la Arquitectura, Acustics, Acústica de recintos, ACUSTICA, Reabilitação Arquitectónica, Cistercian spirituality, Cistercian nuns, middle ages, Cistercians abbeys, 和 Cistercian monasteries
The role played by rules, or its absence, in differing forms of monastic space is questioned. How can a religious order define the insertion of its monasteries in the territory? Is there a link between the history of a country and the... more
The role played by rules, or its absence, in differing forms of monastic space is questioned. How can a religious order define the insertion of its monasteries in the territory? Is there a link between the history of a country and the monastic insertion in the territory? How can an implied rule become a fundamental and imposed rule when a monastery is planned and built? Throughout the analysis of monastic insertions on the Portuguese territory, as well as the study cases of monastic medieval architectures, the debate is initiated.
A Ordem de Cister foi fundada em 1098 por Roberto de Molesme e introduzida em Portugal no séc. XII. Os seus mosteiros estiveram desde o início associados ao desenvolvimento de Portugal e prosperaram de acordo com o crescimento do Pais... more
A Ordem de Cister foi fundada em 1098 por Roberto de Molesme e introduzida em Portugal no séc. XII. Os seus mosteiros estiveram desde o início associados ao desenvolvimento de Portugal e prosperaram de acordo com o crescimento do Pais sendo reflexo e expressão da época em que se inseriam. Porém com a extinção das Ordens, por decreto em 1834, os Cistercienses abandonaram Portugal para não mais regressarem.
Este Simpósio pretende alertar a comunidade científica, e sobretudo os arquitectos e todos os que trabalham com o Património, para a particularidade deste bem cultural e arquitectónico que é o legado cisterciense. Desapareceram os monges mas os edifícios que habitaram mantiveram-se: uns adaptados a novos usos, outros alvos do infortúnio encontrando-se em ruína.
Na actualidade o legado arquitectónico cisterciense é alvo de reabilitação segundo os moldes da contemporaneidade. Pretende-se neste Simpósio apresentar diversos estudos de caso não só portugueses como também internacionais. Pretende-se igualmente explorar a linguagem arquitectónica e os princípios estéticos subjacentes à arquitectura cisterciense, seja a do séc. XII ou a aplicada no século XXI. Haverá campo de discussão multidisciplinar, partilha de saberes e experiencias, encontrando-se aberto o debate.
Este Simpósio pretende alertar a comunidade científica, e sobretudo os arquitectos e todos os que trabalham com o Património, para a particularidade deste bem cultural e arquitectónico que é o legado cisterciense. Desapareceram os monges mas os edifícios que habitaram mantiveram-se: uns adaptados a novos usos, outros alvos do infortúnio encontrando-se em ruína.
Na actualidade o legado arquitectónico cisterciense é alvo de reabilitação segundo os moldes da contemporaneidade. Pretende-se neste Simpósio apresentar diversos estudos de caso não só portugueses como também internacionais. Pretende-se igualmente explorar a linguagem arquitectónica e os princípios estéticos subjacentes à arquitectura cisterciense, seja a do séc. XII ou a aplicada no século XXI. Haverá campo de discussão multidisciplinar, partilha de saberes e experiencias, encontrando-se aberto o debate.
